Quando o edital sai, a decisão já foi tomada.
Quem vende para o SUS descobre a compra no dia em que ela é publicada — junto com todo mundo. O Licitário Saúde mostra o que vem antes: quem tem dinheiro e histórico para comprar o que você vende, o que já comprou nos últimos 36 meses, de quem e por quanto.
Soma ao plano que você já tem, não substitui. Já vem incluído no Pro. Cancelável a qualquer momento.
- Compras de saúde lidas
- 35.090
- Itens classificados
- 146.203
- Unidades do CNES
- 498.002
- Com proposta aberta agora
- 4.110
4.846 órgãos
por categoria, não por palavra
386.201 leitos
R$ 20,5 bi
Quem você deveria estar ligando agora
Não é exemplo inventado: é a mesma consulta que roda no módulo pago, feita no acervo quando esta página foi gerada. Em equipamentos médico-hospitalares, no Brasil inteiro, os três primeiros da fila hoje são estes.
1MUNICIPIO DE ERECHIM
Erechim · RS- Comprou 7 vezes nesta categoria (R$ 39.739), a última em 18/09/2026
- Recebeu R$ 5.299.999 de emenda ou repasse federal para a saúde
- Um contrato da categoria vence até 26/03/2027
- Gere 21 unidades com 139 equipamento(s) desta categoria instalados
2MUNICIPIO DE ITAPIPOCA
Itapipoca · CE- Comprou uma vez nesta categoria (R$ 26.942), a última em 28/08/2026
- Recebeu R$ 2.000.000 de emenda ou repasse federal para a saúde
- Um contrato da categoria vence até 14/03/2027
- Gere 32 unidades com 64 equipamento(s) desta categoria instalados
3FUNDACAO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Belo Horizonte · MG- Comprou 40 vezes nesta categoria (R$ 2.507.604), a última em 01/10/2026
- Recebeu R$ 1.102.750 de emenda ou repasse federal para a saúde
- 2 contratos da categoria vencem até 28/02/2027
- Gere 14 unidades com 5576 equipamento(s) desta categoria instalados
No módulo são 40 por recorte, em qualquer categoria e qualquer estado, cada um com a evidência clicável e o histórico de compras. Esta é a tela inicial do Saúde.
O que o módulo responde
São as quatro perguntas que um vendedor faz antes de ligar, na ordem em que ele as faz. Nenhuma delas é respondida por uma lista de editais.
Para quem eu vendo?
Municípios, fundos municipais, secretarias e consórcios com dinheiro e histórico para comprar o que você vende — cada um com o motivo à vista: comprou, recebeu emenda, tem contrato vencendo ou tem o equipamento instalado.
A que preço isso sai?
A mediana do valor unitário homologado, item a item, com a faixa de mínimo e máximo. Mediana e não média: um item com preço simbólico distorce a média e a sua proposta sai errada por causa dela.
Quem ganha hoje?
O ranking de quem mais venceu na sua categoria, com quanto levou, em quantos itens e em quantos órgãos. É o concorrente a bater, com nome e CNPJ.
Quando eles compram?
O mês do ano em que aquele mercado concentra as compras. Nenhuma lista de editais responde isso, e é a informação que decide quando o seu vendedor liga.
Por que a busca por palavra não resolve
Buscando "material hospitalar"
- O edital diz “aquisição de material de consumo” e você nunca o vê.
- Luva, reagente e órtese caem no mesmo balaio — três mercados, três vendedores.
- Você descobre a compra no dia da publicação, com todos os concorrentes.
- Não sabe o preço que costuma ser homologado, e chuta a proposta.
Com o Licitário Saúde
- O ITEM é que define a categoria, então “material de consumo” aparece no lugar certo.
- Você pede descartáveis ou reagentes e recebe só isso.
- Vê quem recebeu dinheiro e tem contrato vencendo — meses antes do edital.
- Entra na disputa com a mediana homologada na mão.
O dinheiro antes da compra
Emenda empenhada e repasse assinado viram compra em alguns meses. É o sinal mais antecipado que existe, e ele é público — só não está em lugar nenhum junto do edital que ele vai gerar.
- Emendas parlamentares na função Saúde
- R$ 711,2 mi
- Repasses federais de saúde
- R$ 2 bi
344 emendas empenhadas em 2026, com o município identificado
526 convênios assinados nos últimos 18 meses
O módulo cruza esse dinheiro com a sua categoria e o seu estado, e avisa quando ele cai perto de você.
A base instalada: 498.002 unidades
O cadastro do Ministério da Saúde, ligado ao comprador. Serve para duas coisas: saber que aquele hospital tem dois tomógrafos — logo compra contraste e manutenção — e saber quem assina a compra dele.
- Unidades com leito
- 7.815
- Leitos
- 386.201
- Equipamentos
- 3.159.757
- Ligadas ao comprador
- 89.417
competência 202608
E o limite, dito aqui e não depois: hospital privado e filantrópico compra com recurso próprio, por regulamento que não passa pelo PNCP. Das 7.815 unidades com leito, o módulo sabe dizer quem compra para 38%; nas outras, a ficha diz exatamente isso, em vez de apontar um comprador que não existe.
As telas que você passa a ter
Para quem vender
A lista de compradores com o motivo de cada um, por categoria e estado.
Painel do mercado
Tamanho, crescimento, sazonalidade, concentração e como o seu CNPJ vai nele.
Relatório do recorte
Uma página com tudo do seu ramo, para levar para a reunião — e em CSV.
Hospitais e unidades
A ficha do CNES: leitos, equipamentos, serviços — e quem compra para aquela unidade.
Alerta do seu ramo
Aviso quando cai dinheiro federal na sua região ou quando um contrato da sua categoria vence.
Add-on Saúde
R$ 13,00/ semana
Somado a qualquer plano pago. No Pro já vem incluído, sem custo a mais.
- Editais de saúde classificados por categoria — do medicamento ao tomógrafo
- Ficha do hospital: leitos, equipamentos e serviços, pelo CNES
- Quem é o comprador de verdade: fundo municipal, consórcio ou a própria unidade
- O que cada comprador já comprou nos últimos 24 meses, com preço
- Emendas e repasses que acabaram de cair na saúde do município
- Alerta e relatório do seu ramo dentro da saúde
Perguntas
Isso é uma lista de editais de saúde?
Não, e é a diferença inteira. A lista de editais está no PNCP de graça e em dez serviços pagos. Aqui o item de cada compra foi CLASSIFICADO numa árvore de saúde — 146.203 itens até agora — e em cima disso o módulo responde quem compra, o que já comprou, de quem e por quanto. O edital aberto é a última seção da tela, de propósito: ele é o fim da história, não o começo.
De onde vêm os dados?
Do PNCP (as compras e os resultados homologados), do CNES (o cadastro de estabelecimentos, leitos e equipamentos do Ministério da Saúde), do TransfereGov (repasses federais), do Portal da Transparência (emendas parlamentares) e do Tesouro (a nota CAPAG do município). Tudo dado público, lido todo dia.
O que o Saúde NÃO faz?
Não mostra compra de hospital privado ou de convênio: aqui é dinheiro público passando pelo portal de compras. E a ligação entre unidade de saúde e comprador tem limite medido — das 7.815 unidades com leito, o módulo sabe dizer quem compra para 2.947 delas, 38%. O resto é hospital privado e filantrópico que compra por regulamento próprio, fora do PNCP; nesses casos a ficha diz isso em vez de inventar um comprador.
Quanto custa e como se combina com o meu plano?
R$ 13,00 por semana somados ao plano que você já tem — ele não substitui o plano, soma a ele. No plano Pro já vem incluído, sem custo adicional. Dá para ativar e cancelar quando quiser; cancelando, você fica com o plano e perde só o módulo.
Serve para quem vende serviço, e não produto?
Serve. A árvore de saúde tem serviços — exames, terapias, mão de obra assistencial, manutenção de equipamento, gestão — separados do material e do equipamento, justamente porque o objeto do edital não distingue e a busca por palavra joga tudo no mesmo balaio.
Preciso ter CNPJ de saúde para usar?
Não. Qualquer conta paga pode ativar. Se o CNPJ do seu perfil tiver histórico de vitórias, o painel usa isso para mostrar como você vai no mercado frente aos rivais — mas o módulo funciona igual para quem está entrando agora, e nesse caso ele é mais útil, porque responde onde entrar.
O edital de amanhã já tem dono. O de três meses, não.
Comece pelo comprador, não pelo edital. É R$ 13,00 por semana em cima do seu plano, e no Pro não custa nada.
Dados do PNCP, do CNES, do TransfereGov, do Portal da Transparência e do Tesouro Nacional. Classificação atualizada em 02/10/2026.